A literatura científica é consistente: profissionais de segurança pública apresentam taxas elevadas de sofrimento psíquico, transtornos relacionados ao trabalho e ideação suicida. Os números abaixo são uma amostra do silêncio que esse curso vem romper.
Entre policiais brasileiros comparados à população geral, segundo estudos do LAV/UERJ.
Aproximadamente 1 em cada 3 agentes relata sintomas clínicos relevantes ao longo da carreira.
Por estigma, medo de afastamento, descrença institucional e ausência de protocolos adequados.
Ao final, você terá repertório teórico, leitura de dados e referências de boas práticas para sustentar decisões — em pesquisa, gestão, formação ou clínica.
Você vai entender o percurso histórico da Saúde do Trabalhador no SUS, seus avanços e os pontos cegos que persistem na segurança pública.
Estatísticas sobre adoecimento, afastamentos e suicídio deixam de ser manchete e passam a ser ferramenta de diagnóstico institucional.
Mapeamento de iniciativas brasileiras de promoção de saúde mental na segurança — o que funciona, o que não funciona, o que falta.
Estudos de caso e exposição dialogada te ajudam a desenhar — para a sua corporação, equipe ou pesquisa — o próximo passo possível.
Cada encontro combina exposição dialogada, análise de dados e estudos de caso reais.
📄 Baixar ementa completaComo o Brasil organizou (ou não) a saúde de quem trabalha — e por que isso importa para entender a segurança pública hoje.
Os marcos teóricos que explicam como o trabalho adoece — e como pode também ser fonte de proteção e sentido.
Síntese das evidências empíricas brasileiras: o que dizem as pesquisas, onde estão os silêncios, quais hipóteses ainda precisam ser testadas.
Como promover saúde mental no agente público? O que fazer? Como fazer? Caminhos práticos, indicadores e dilemas institucionais.
Casos reais. O que deu certo, o que ficou pela metade, o que pode ser replicado em diferentes contextos institucionais.
Aulas conduzidas com espaço real para perguntas e debate.
Leitura crítica de dados nacionais sobre saúde do trabalhador.
Experiências reais de instituições brasileiras de segurança.
“Pesquisar saúde mental na segurança pública é, antes de tudo, escutar o que historicamente se calou. E é a partir dessa escuta — sustentada por evidência — que se constrói qualquer política séria de cuidado.”
100% online, ao vivo, com gravações disponíveis. Você assiste de onde estiver — e mantém acesso por 30 dias após cada encontro.
Aulas em tempo real com interação, perguntas e debate. Sem replay impessoal.
20, 22, 27 e 29 de julho · segundas e quartas · das 19h às 22h.
Reveja qualquer aula no seu tempo. Ideal para quem tem escala variável.
Reconhecido por instituições parceiras. Use para horas complementares e progressão.
Sem juros no cartão. Sem mensalidade. Sem pegadinha. Um único curso, conduzido por uma pesquisadora de referência, com tudo que normalmente só existe dentro de uma pós.
Cada módulo parte de pesquisas empíricas brasileiras conduzidas pelo IPPES e parceiros. Você não vai sair com opiniões — vai sair com dados, marcos teóricos e referências citadas que sustentam decisões de gestão, pesquisa e clínica.
Sim. O curso é desenhado para profissionais de saúde mental, pesquisadores, gestores públicos, formadores e estudantes interessados em compreender — com base em evidências — a relação entre trabalho na segurança pública e saúde mental. Não exige formação prévia específica.
Não. Recomendamos fortemente a participação ao vivo pelo valor do debate, mas todas as aulas ficam gravadas e disponíveis por 30 dias após cada encontro. Você pode rever no seu próprio ritmo.
Sim. O certificado é emitido pelo IPPES com a carga horária total e pode ser usado para horas complementares acadêmicas, progressão funcional em corporações, comprovação para concursos e portfólio profissional.
Os descontos são aplicáveis somente para pagamento via PIX e não são cumulativos. Você escolhe a categoria com o maior benefício no momento da inscrição. A condição é validada pela equipe IPPES antes do envio do PIX.
Após a inscrição, você receberá os dados PIX. O comprovante deve ser enviado para o e-mail oficial do IPPES com o nome do curso no assunto. Sua matrícula é confirmada por e-mail em até 1 dia útil.
Em casos justificáveis até 7 dias antes do início do curso, é possível solicitar transferência da vaga para a próxima turma ou ressarcimento, conforme termos de aceite do IPPES.
Preencha o formulário para iniciar sua inscrição. Em seguida você recebe os dados de pagamento e finaliza com PIX (com possível desconto) ou cartão em até 3× sem juros.