FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO 4

 

Diante da ocorrência cada vez mais frequente de casos ou tentativas de suicídio nos diversos espaços de trabalho, reconhecer formas de acolher e abordar pessoas em situação de sofrimento é fundamental. Nesse sentido, multiplicadores são atores organizacionais que exercem o papel de educador comportamental incentivando a construção de redes formais e informais de proteção nos espaços em que atuam. Na Formação de Multiplicadores em Prevenção ao Suicídio, além do acesso a informações básicas sobre o tema, os participantes contarão com o apoio da equipe do IPPES para criação de um Plano de Ação de Prevenção ao Suicídio e acompanhamento de sua implementação nas instituições em que trabalham.

PÚBLICO ALVO
Profissionais da área de educação, saúde e/ou segurança interessados em atuar como multiplicadores de prevenção a suicídio.

CARGA HORÁRIA
Há duas modalidades deste curo. A presencial, com carga horária de 30h; e a online, com 12h de conteúdo programático.

FORMATO
Presencial

OBJETIVO
Possibilitar aos participantes a criação de estratégias de prevenção ao suicídio adequadas às instituições em que atuam.

METODOLOGIAS
• Exposição dialogada
• Rodas de conversa
• Estudos de caso
• Simulações
• Orientação educacional

CONTEÚDOS
1. Desenvolvendo Habilidades socioemocionais para a vida
2. Conceitos e magnitude do suicídio no Brasil e no mundo
3. Grupos vulneráveis: fatores de risco e de proteção
4. Sofrimento psíquico: transtornos mentais e condutas
5. Prevenção do suicídio: papel do multiplicador
6. A abordagem no primeiro contato
7. Negociação: sinais e estratégias de comunicação
8. Plano de ação de prevenção

ETAPAS
A Formação de Multiplicadores de Prevenção a Suicídio é composta por quatro etapas:

FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO 3

* O acompanhamento das ações será realizado por skype e/ou grupo de whatsapp.

BIBLIOGRAFIA
ARANTES, Maria Auxiliadora de Almeida Cunha; VIEIRA, Maria José Femenias. Estresse. São Paulo. Casa do psicólogo. 2002.
BERTOLOTE, José Manoel. O suicídio e sua prevenção. São Paulo. Editora UNESP, 2012.
COSTA, Cristiano Rocha Affonso. Negociação de Crises e Reféns. Paraná. Matilda Produções, 2016.
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISA EM SUICÍDIO E PREVENÇÃO. Boletim GEPeSP 2019: Notificações de Mortes Violentas Intencionais e Tentativas de Suicídios entre Profissionais de Segurança Pública no Brasil Rio de Janeiro: 2019.
BOTEGA, Neury. Crise Suicida. Porto Alegre. Artmed, 2015.
____________ WERLANG, B. S. G.; CAIS, C. F. S.; MACEDO, M. M. K. (2006). “Prevenção do comportamento suicida”. PSICO/PUCRS. v. 37, n. 3, 2006, p. 213-220.
D’OLIVEIRA, Carlos Felipe & BOTEGA, Neury José. Prevenção do Suicídio. Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental. Ministério da Saúde – Brasil. 2006.
DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. Artmed. Porto Alegre, 2000.
EKMAN, Paul. A Linguagem das Emoções. São Paulo. Lua de papel, 2011.
FORUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Ano 12, 2018.
FRIEDMAN, Matthew. Transtorno de estresse agudo e pós-traumático. Rio Grande do Sul. Artmed, 2009.HERRMANN, N. The Whole Brain Business Book. (sem tradução).
GILLEN, T. Assertividade. Coleção Você S.A. São Paulo: Nobel, 2001.
GOLEMAN, D. O Cérebro e a Inteligência Emocional: novas perspectivas. Tradução Carlos Leite da Silva. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
GOLEMAN, D. Disponível em https://www.sbie.com.br/blog/daniel-goleman-e-a-inteligencia-emocional/. Acesso em 22/12/2019.
HERRMANN, Ned. The Creative Brain”, First Edition, Lake Lure, NC: Brain Books, 1988
HOFF, L. (1989). People in Crisis Understanding and helping. New York, NY: Jossey-Bass.
Desenvolvendo posturas e atitudes assertivas e empáticas, abordagens ativas e expositivas dos conteúdos básicos sobre o tema.
Elaboração de plano de ação para prevenção a suicídio na instituição em que atua.
Período para aplicação e monitoramento técnico* do plano de ação
Encontro presencial para compartilhamento das vivências do estágio.
KNAPP, M.L. La comunicación no verbal: el cuerpo y el entorno. Barcelona: Paidós, 1980.
KRZNARIC, R. O Poder da Empatia. Título original: Empathy: A Handbook for Revolution Tradução autorizada da primeira edição inglesa, publicada em 2014 por Rider, um selo da Ebury Publishing, parte da Random House Group Company, de Londres, Inglaterra Copyright © 2014, Roman Krznaric Copyright da edição brasileira © 2015: Jorge Zahar Editor Ltda.
MARQUES, J.R. Valores Humanos. Disponível em: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/valores-humanos-uma-referencia-que-devemos-possuir-no-dia-dia/. Acesso em 21 de dezembro de 2019.
MANUAL DIAGNÓSTICO E ESTATÍSTICO DE TRANSTORNOS MENTAIS– DSM5. Porto Alegre. Artmed, 2014.
MIRANDA, Dayse et al. (Org.).Por que policiais se matam?: Diagnóstico e prevenção do comportamento suicida na policia militar do estado do Rio de Janeiro. 1ª. ed. Rio de Janeiro: Mórula Editorial, 2016.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. Condições de vida, saúde e trabalho dos profissionais de segurança pública. Valorização profissional sob a perspectiva dos policiais do Estado do Rio de Janeiro. Ciência e Saúde Coletiva. ABRASCO -Associação Brasileira de Saúde Coletiva. Volume 18 número 3, março 2013.
__________________SOUZA, Edinilza Ramos de; CONSTANTINO, Patrícia. Missão prevenir e proteger. Condições de vida, trabalho e saúde dos policiais militares do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Editora FioCruz, 2008.
MCMAINS, M. J., MULLINS, W. C. Crisis Negotiations: Managing Critical and Hostage Situations in Law Enforcement and Corrections. New York: Routledge, 2015.
OSTEWALDER, A. Business Model Generation – Inovação em Modelos de Negócios Copyright© 2011 Starlin Alta Editora e Consultoria Ltda. ISBN 978-85-7608-550-8 Translated From Original Business Model Generation ISBN 978-0470-87641-1 Copyright © 2009 by Alexander Osterwalder.
SALIGNAC, Angelo Oliveira. Negociação em Crises. São Paulo. Ícone, 2011.
PAZ, Fernanda Marques; COLOSSI, Patrícia Manozzo. Aspectos da dinâmica da família com dependência química. Estudos de Psicologia, 18(4), outubro-dezembro/2013, 551-558.
PASSADORI, R. A Comunicação Assertiva. Parceiros RH. Disponível em:<http://www.parceirosrh.com.br/open.php?pk=32&fk=2&outros=conteudo&canal=2>. Acesso em: 04 maio 2011. PIAGET, J. Estudos sociológicos. Tradução de Reginaldo Di Piero. Rio de Janeiro: Companhia Editora Forense, 1973.
ROSENBERG. M. Comunicação não-violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. [tradução Mário Vilela]. – São Paulo: Ágora, 2006.
SHNEIDMAN, E. The Suicidal Mind. Oxford: Oxford University Press, 1996.
SOUSA, J. E. P et al. Intervenção Baseada em Escuta e Diálogo no gerenciamento de crises suicidas. Fortaleza: INESP. No prelo 2019.
SELYE, Hans. The stress of life. New York. McGraw-Hill, 1956.
SENASP. Apostila de Mediação de Conflitos. Revisada, 2016.
SOCCOL, Keity Laís Siepmann; TERRA, Marlene Gomes; RIBEIRO, Danilo Bertasso; TEIXEIRA, Joze Karlem da Silva; SIQUEIRA, Daiana Foggiato de; MOSTARDEIROS, Sadja Cristina Tassinari de Souza. O cotidiano das relações familiares com indivíduo dependente químico. Cogitare Enferm. 2014 Jan/Mar; 19(1):116-22.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Preventing suicide: a global imperative. 2014. Disponível em: <http://www.who.int/mental_health/suicide-prevention/world_report_2014/en/>. Acesso em: 01 abr. 2015.

 

Quer receber informações sobre a próxima turma?

Preencha os dados abaixo que avisaremos quando o curso estiver aberto.
Os campos com (*) são de preenchimento obrigatório.